segunda-feira, 11 de maio de 2026
Vida en abundancia
domingo, 10 de maio de 2026
NA FORÇA DO ESPÍRITO
“Naqueles dias, Filipe desceu
a uma cidade da Samaria e começou a pregar o Messias àquela gente. As multidões
aderiam unanimemente às palavras de Filipe, ao ouvi-las e ao ver os milagres
que fazia. De muitos possessos saíam espíritos impuros, soltando enormes
gritos, e numerosos paralíticos e coxos foram curados. E houve muita alegria
naquela cidade. Quando os Apóstolos que estavam em Jerusalém ouviram dizer que
a Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram-lhes Pedro e João. Quando
chegaram lá, rezaram pelos samaritanos, para que recebessem o Espírito Santo,
que ainda não tinha descido sobre eles: só estavam batizados em nome do Senhor
Jesus. Então impunham-lhes as mãos e eles recebiam o Espírito Santo.” Actos
8, 5-8, 14-17
Evangelizar como a Igreja
primitiva: semelhanças entre a missão de Filipe na Samaria e o Percurso Alpha
A narrativa dos Atos dos
Apóstolos sobre a missão do diácono Filipe numa cidade da Samaria permite-nos
visualizar a expansão da Igreja nascente. Lucas apresenta, neste texto, um
modelo de evangelização e de construção da comunidade cristã: pôr-se a caminho para
anunciar o Messias, falar para todos sem exceção, ser instrumento nas mãos de
Deus para que se operem milagres, pedir o Espírito Santo em união com a Igreja.
Esta passagem bíblica ajuda-nos
também a compreender melhor a importância do primeiro anúncio — o Kerigma — na
vida cristã. O Kerigma é o anúncio essencial de Jesus Cristo morto e
ressuscitado, dirigido a todos os homens e mulheres como proposta de salvação,
esperança e vida nova. Nos nossos dias, o Percurso Alpha procura viver esta
mesma dinâmica missionária da Igreja primitiva: acolher sem excluir, anunciar
Cristo com simplicidade, testemunhar através da vida, transmitir a alegria do
Evangelho e abrir os corações à ação do Espírito Santo. A experiência da
Samaria continua atual e inspiradora para a evangelização da Igreja hoje,
encontrando no Percurso Alpha uma expressão concreta e renovada do primeiro
anúncio cristão.
1) Não exclui ninguém
O primeiro anúncio cristão, o
Kerigma, destina-se a todas as pessoas sem exceção. Filipe atravessa fronteiras
culturais e religiosas ao dirigir-se à Samaria. A Igreja é chamada a anunciar
Jesus a todos: afastados, indiferentes, feridos, ou descrentes. O Kerigma não é
reservado a um grupo seleto. O Percurso Alpha começa precisamente por este
princípio: todos são bem-vindos. Tal como Filipe foi à Samaria — um lugar
rejeitado e desprezado pelos judeus — também o Alpha procura chegar a cada
pessoa, independentemente da sua história, dúvidas, feridas ou distância da
Igreja. O Evangelho não é reservado para “os perfeitos” ou para quem já
acredita; é um convite aberto àqueles que procuram sentido, esperança e
verdade.
Nos encontros Alpha cria-se um
ambiente de acolhimento, escuta e respeito. Seja presencialmente ou online,
cada participante pode colocar perguntas sem medo de julgamento. No agir de
cada elemento da equipa que conduz o percurso Alpha segue-se o exemplo de Jesus,
que se aproximava dos excluídos e anunciava o Reino. Uma comunidade cristã
autêntica não fecha portas nem levanta barreiras: acolhe e torna-se casa para
todos.
2) Filipe anuncia Cristo
O centro do anúncio de Filipe não
era uma teoria nem um conjunto de regras morais: era Jesus Cristo. Também o
Percurso Alpha tem como foco essencial levar cada pessoa a descobrir quem é
Jesus, o seu amor, a sua morte e ressurreição, e o sentido novo que Ele oferece
à vida. O cristianismo não começa por normas, mas por um encontro pessoal com
Cristo vivo.
Ao longo do percurso Alpha, os
temas apresentados ajudam os participantes a compreender a fé cristã de forma
simples e profunda. No Alpha faz-se o primeiro anúncio; leva à (re)descoberta
de que Deus ama cada pessoa, que Cristo deu a vida por nós e que ressuscitou
para nos oferecer vida nova. Esta mensagem simples e poderosa é a base da
evangelização cristã. Quando é vivido
com autenticidade, o percurso Alpha desperta o coração humano para o Amor de
Deus; aumenta a confiança e o desejo de conhecer
e despertar uma relação com Jesus.
3) A Palavra é acompanhada de
ação
Lucas mostra que a pregação de
Filipe era confirmada por gestos concretos de cura e libertação. O Percurso
Alpha valoriza muito esta coerência entre aquilo que se anuncia e a forma como
se vive.Por isso, o ambiente de amizade, a atenção aos participantes, a
disponibilidade das equipas para os acolher e para rezar por eles, a partilha sincera tornam-se sinais concretos
do Evangelho. Muitas pessoas aproximam-se da fé não pelo que escutam e veem nos
vídeos, mas pela experiência de serem acolhidas e amadas, como são, no momento
em que estão, e não naquele onde gostariam de estar. A ação do Espírito
manifesta-se frequentemente através de pequenos gestos humanos que revelam a
presença de Deus.
4) “A cidade encheu-se de
alegria”
O fruto da missão de Filipe foi a
alegria, sinal da presença de Deus no meio do povo. Também o Percurso Alpha
procura transmitir esta dimensão alegre da fé cristã. O Evangelho ilumina a
vida e dá esperança mesmo em tempos difíceis.
Nos encontros Alpha, a alegria
nasce da convivência, da descoberta de Deus e da experiência de pertença.
Muitas pessoas reencontram ali a confiança, a paz interior e o entusiasmo
espiritual. Quando alguém descobre que é amado por Deus e que não está sozinho,
o coração enche-se naturalmente de alegria verdadeira.
5) O Espírito Santo e a
comunhão com a Igreja
Apesar do importante trabalho de
Filipe, faltava ainda o dom do Espírito Santo, que desceu sobre os samaritanos
pela oração dos apóstolos Pedro e João. Isto recorda-nos a importância da
oração uns pelos outros; ensina-nos que a fé cristã não é apenas um caminho
individual, mas uma vida em comunhão com a Igreja. No Percurso Alpha, há também
um momento central dedicado ao Espírito Santo, o “fim-de semana Alpha” em que
cada participante é convidado a abrir-se à ação transformadora de Deus. Por
outro lado, os elementos da equipa interceder pelos participantes. E o Espírito
Santo não deixa de nos surpreender a todos!
Ao mesmo tempo, o Alpha não existe isoladamente: está ligado à comunidade paroquial e à Igreja universal. Tal como Pedro e João simbolizavam a união com a Igreja de Jerusalém, também o percurso Alpha deve conduzir à integração na vida da Igreja, nos sacramentos e na comunidade cristã. O Espírito Santo gera unidade, fortalece a fé e faz crescer discípulos missionários. Da ação de Deus, podem dar testemunho os que já fizeram Alpha e deram conta da intervenção divina nas suas vidas concretas. Alguns quiseram confessar-se após anos de afastamento, outros pediram o batismo ou quiseram crismar-se, muitos rezaram com confiança ou confiaram-se à oração de outros. Depois das onze semanas do Percurso, perdura a família Alpha, fundada em todas as vivências e amizade em Cristo.
Para concluir, na Samaria,
através da missão de Filipe e da presença dos apóstolos, nasceu uma comunidade
construída a partir do primeiro anúncio cristão e da ação do Espírito Santo. O
Percurso Alpha espelha e continua a dinâmica missionária da Igreja primitiva.
Ao proporcionar um espaço de encontro, escuta e descoberta de Jesus Cristo,
torna-se instrumento privilegiado do primeiro anúncio para as pessoas de hoje.
Quando o Evangelho é anunciado com simplicidade, alegria e confiança no
Espírito Santo, as pessoas transformam-se em pedras vivas, comprometem-se no
acolhimento e dão testemunho alegre das maravilhas que Deus fez por elas. “Ontem” na Samaria, hoje em qualquer
geografia, o anúncio de Cristo continua.
10.05.2026
Gracinda Leão (Alpha Guarda)
Imagem: Arquivo Alpha Guarda-2025
sábado, 9 de maio de 2026
O DEUS TRINO É A VIDA E ESTÁ EM MIM
VI - Domingo Páscoa -Ano A
Texto Sagrado: Jo 14,15-21
Esta passagem fala da presença do Pai, de Jesus e do Espírito nos membros da comunidade. Visa mostrar que não eram inferiores àqueles que conheceram Jesus; por isso é tão importante para nós hoje. Coloca-nos perante a realidade do Jesus vivo que nos capacita para vivermos com a mesma Vida que Ele teve.
Não nos devemos confundir com a forma como estas ideias sobre
a relação de Jesus, o Pai e o Espírito são formuladas. Não se trata de uma
relação com alguma entidade exterior aos seres humanos. Nem sequer estamos a
falar de três realidades distintas: Pai, Jesus e Espírito. Estamos a falar da
mesma realidade com nomes diferentes. Ela insiste na identidade dos três.
Se me amardes, obedecereis aos meus mandamentos. No capítulo
seguinte, estes reduzem-se a um: amar. Quem não ama os outros não ama Jesus,
nem o Pai, porque eles estão em cada ser humano. O amor é o mandamento. As
“exigências” não são obrigações impostas a partir do exterior, mas uma urgência
que vem de dentro e se manifesta em ações.
Eu pedirei ao Pai, e ele vos dará outro Advogado para estar
convosco para sempre. Ele não está a falar de uma realidade distinta daquilo
que ele ou o Pai são. Será uma nova forma de experienciar o amor. Diz que
enviará o Espírito, depois de ele próprio voltar e, finalmente, que o Pai e ele
virão e permanecerão. É uma realidade que é múltipla e, ao mesmo tempo, una.
Advogado (paráclito) é aquele que ajuda em qualquer
circunstância; um advogado, um defensor num julgamento. Tem um duplo papel:
interpretar a mensagem de Jesus e dar segurança e orientação aos discípulos.
Enquanto estava com eles, era o próprio Jesus que os defendia. Ora, o Espírito
será o único advogado, mas mais eficaz, porque os defenderá a partir de dentro.
Não vos deixarei órfãos. No Antigo Testamento, o órfão era o
protótipo daquele contra quem se podia cometer impunemente todo o tipo de
injustiça. Jesus não deixará os seus seguidores indefesos contra o poder do
mal. Este poder não se manifestará eliminando o inimigo, mas fortalecendo
aquele que é atacado, para que o vençam sem serem afetados de forma alguma.
O mundo não me verá mais; vós, porém, ver-me-eis, porque eu
tenho vida, e vós também a tereis. Não se trata de visão sensorial, mas de
descobrir que Ele continua a dar-lhes vida. O mundo deixará de O ver. Aqueles
que, durante a sua vida terrena, O viram como o mundo, poderão agora vê-Lo de
uma nova forma.
Nesse dia, experimentareis que Eu Me identifico com o Pai,
vós comigo e Eu convosco. Ao participarem na vida do Pai, experimentarão a
unidade com Jesus e com o Pai. É o significado mais profundo do amor: a unidade
(ágape). Já não há sujeito que ama nem objeto amado. É uma experiência de
unidade tão viva que ninguém lhes pode tirar.
“Quem aceita os meus mandamentos e os guarda, esse é que Me
ama.” A sua mensagem é de amor pela humanidade, não de submissão. A presença de
Jesus e de Deus é experimentada como uma proximidade interior, e não exterior.
No passado domingo, ia preparar um lugar na casa do Pai. Aí, são o Pai e Jesus
que vêm habitar com o discípulo.
Um versículo depois, diz: “Quem Me ama guardará a minha
palavra, e meu Pai lhe mostrará o seu amor; viremos a ele e faremos nele a
nossa morada.” Têm a presença garantida do Pai de Jesus e do Espírito. Deus não
tem de vir de lado nenhum, porque Ele está em nós antes mesmo de começarmos a
existir. A identidade de Jesus e do Pai é confirmada.
Jesus viveu uma identificação com Deus que não podemos
exprimir por palavras. Somos chamados a essa mesma identificação. Tornar-me uno
com Deus, que é espírito e que não está em nós como parte parcial de um todo
que é o eu, mas como fundamento do meu ser, sem o qual nada pode existir em
mim. Sou plenamente humano e divino.
Irmão Marcos
Imagem: Retirada do Google imagens em 09.05.2026;
Texto: Retirado da partilha da página Facebook de José António Pagola-5º Domingo de Páscoa-Ano A, em 09.05.2026. Tradução livre
domingo, 3 de maio de 2026
Je veux chanter mes hymnes - Chant de l'Emmanuel
sábado, 2 de maio de 2026
SENHOR, COMO PODEMOS CONHECER O CAMINHO?
V - Domingo Páscoa -Ano A
Texto Sagrado: Jo 14, 1-12
"O regresso do Senhor Ressuscitado
à comunidade é um regresso pacífico e vivificante. Agora é o momento em que
eles podem compreender, no seu coração, vital e profundamente, tudo o que Jesus
experimentou e tudo o que eles experimentaram com Ele. Foi necessário que Jesus
“desaparecesse” para que pudessem compreender a sua pessoa e a sua obra, para
que pudessem perceber quem era Jesus dos caminhos da Galileia e quem Ele é,
agora experimentado como o Senhor e Cristo.
Isto não nos deveria surpreender.
Só compreendemos verdadeiramente o que uma pessoa significou para nós e para as
nossas vidas quando já não está ao nosso lado. Quando estão connosco, somos
mais propensos a ver fraquezas e falhas. Quando desaparecem e o tempo passa,
somos tocados com gratidão por tudo o que a sua proximidade e presença
significaram nas nossas vidas. Quando um amigo ou familiar nos deixa pela
morte, no vazio da separação começamos a aperceber-nos de tudo o que nos deram
em vida.
O caminho que Jesus
percorreu na sua vida foi um caminho de serviço, mas os seus seguidores não
compreenderam que o caminho da humildade e do amor altruísta, do amor
sacrificial, era a única forma de alcançar o Pai. Alcançámos o Pai através do
serviço às suas criaturas ("Se eu, sendo Senhor e Mestre, lavei os vossos
pés..."). Ao longo de toda a narrativa da Páscoa, os discípulos chegarão a
compreender Jesus nos seus corações. A vida de discipulado é um processo;
estamos sempre a descobrir novas dimensões, novas experiências... é a Fonte de
Água Viva que nunca seca.
A verdade é uma palavra
tão deturpada que ainda hoje a sua existência é negada; o que existe são
opiniões, mas não factos verdadeiros — é a este ponto que chegamos... Esta
situação provoca um profundo desconforto, hesitação, perplexidade e uma
necessidade mórbida de procurar segurança nas pessoas e nas ideologias, de
seguir promessas improváveis que matam a liberdade. Jesus não diz
propriamente que só "a verdade nos liberta". As mentiras aprisionam,
enganam, toldam a nossa visão e escravizam-nos. A comunidade dos seguidores de
Jesus está a experimentar que só Ele é a Verdade que nos guia no caminho da
liberdade.
Entendo que a palavra nos assusta
porque, sob o pretexto de "possuir a verdade", causamos e continuamos
a causar destruição. Não possuímos a verdade; pelo contrário, a Verdade
possui-nos. A verdade de que Jesus habita e vive no Pai e o Pai n’Ele não é um
jogo de palavras, mas antes o critério para sabermos que vivemos na Verdade
quando nos aproximamos d’Ele e experimentamos a alegria de nos sentirmos
enraizados no Compassivo. A única verdade é o Amor Incondicional, do qual
ninguém nem nada nos pode separar.
Ele é a Vida, a nossa
vida. Ele sustenta-a, mantém-na, é a nossa força na fraqueza, a luz no meio da
nossa escuridão, a nossa esperança em tempos de incerteza. Ele provou-o dando a
Sua vida incondicionalmente por nós. Obrigado, Jesus, por seres o caminho da
vida e da verdade.
Toni Catalá SJ"
Imagem: Retirada do Google imagens em 02.05.2026;
Texto: Retirado da partilha da página Facebook de José António Pagola-5º Domingo de Páscoa-Ano A, em 02.05.2026. Tradução livre
sábado, 25 de abril de 2026
ENCONTRAR A PORTA CERTA
Texto Sagrado: Jo 10, 1-10
"O Evangelho de João apresenta Jesus com imagens originais e belas. Quer que os seus leitores descubram que só ele pode responder plenamente às necessidades mais fundamentais da humanidade. Jesus é “o pão da vida”: quem dele se alimentar nunca terá fome. Ele é “a luz do mundo”: quem o segue não andará nas trevas. Ele é “o bom pastor”: quem escuta a sua voz encontrará a vida.
Entre estas imagens, encontra-se
uma, humilde e quase esquecida, que, no entanto, contém um significado
profundo. “Eu sou a porta”. Esse é Jesus. Uma porta aberta. Quem o segue
atravessa um limiar que conduz a um novo mundo: uma nova forma de compreender e
viver a vida.
O evangelista explica-o com três
características: “Quem entrar por Mim será salvo”. A vida tem muitos caminhos.
Nem todos conduzem ao sucesso ou garantem uma vida plena. Quem, de alguma
forma, se liga a Jesus e procura segui-Lo, está a entrar pela porta certa. Não
desperdiçará a sua vida. A salvará.
O evangelista diz algo mais. Quem
entra por meio de Jesus “poderá entrar e sair”. Ele tem liberdade de
movimentos. Entra num espaço onde pode ser livre, pois é guiado apenas pelo
Espírito de Jesus. Não é a terra da anarquia ou da licenciosidade
[devassidão/libertinagem].
Ele “entra e sai”, passando
sempre por aquela “porta” que é Jesus, e segue os seus passos.
O evangelista acrescenta ainda
outro pormenor: quem entra por aquela porta que é Jesus “encontrará pastagem”,
não terá fome nem sede. Encontrará alimento sólido e abundante para viver.
Cristo é a “porta” pela qual nós,
cristãos, também devemos entrar hoje, se queremos reacender a nossa identidade.
Um cristianismo composto por pessoas batizadas que se relacionam com um Jesus
incompreendido, vagamente recordado, afirmado apenas ocasionalmente de forma
abstrata, um Jesus silencioso que nada diz de especial ao mundo de hoje, um
Jesus que não toca os corações… é um cristianismo sem futuro.
Só Cristo nos pode conduzir a um novo nível de vida cristã, mais bem fundamentada, motivada e alimentada pelo Evangelho. Cada um de nós pode contribuir para uma Igreja nos próximos anos onde Jesus seja sentido e vivido de forma mais vívida e apaixonada. Podemos tornar a Igreja mais semelhante a Jesus.
26 de abril de 2026
José António Pagola"
Imagem: Retirada do Google imagens em 25.04.2026;
Texto: Retirado da partilha da página Facebook de José António Pagola-4º Domingo de Páscoa-Ano A, em 25.04.2026. Tradução livre




