domingo, 10 de maio de 2026

NA FORÇA DO ESPÍRITO

“Naqueles dias, Filipe desceu a uma cidade da Samaria e começou a pregar o Messias àquela gente. As multidões aderiam unanimemente às palavras de Filipe, ao ouvi-las e ao ver os milagres que fazia. De muitos possessos saíam espíritos impuros, soltando enormes gritos, e numerosos paralíticos e coxos foram curados. E houve muita alegria naquela cidade. Quando os Apóstolos que estavam em Jerusalém ouviram dizer que a Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram-lhes Pedro e João. Quando chegaram lá, rezaram pelos samaritanos, para que recebessem o Espírito Santo, que ainda não tinha descido sobre eles: só estavam batizados em nome do Senhor Jesus. Então impunham-lhes as mãos e eles recebiam o Espírito Santo.” Actos 8, 5-8, 14-17

Evangelizar como a Igreja primitiva: semelhanças entre a missão de Filipe na Samaria e o Percurso Alpha

A narrativa dos Atos dos Apóstolos sobre a missão do diácono Filipe numa cidade da Samaria permite-nos visualizar a expansão da Igreja nascente. Lucas apresenta, neste texto, um modelo de evangelização e de construção da comunidade cristã: pôr-se a caminho para anunciar o Messias, falar para todos sem exceção, ser instrumento nas mãos de Deus para que se operem milagres, pedir o Espírito Santo em união com a Igreja.

Esta passagem bíblica ajuda-nos também a compreender melhor a importância do primeiro anúncio — o Kerigma — na vida cristã. O Kerigma é o anúncio essencial de Jesus Cristo morto e ressuscitado, dirigido a todos os homens e mulheres como proposta de salvação, esperança e vida nova. Nos nossos dias, o Percurso Alpha procura viver esta mesma dinâmica missionária da Igreja primitiva: acolher sem excluir, anunciar Cristo com simplicidade, testemunhar através da vida, transmitir a alegria do Evangelho e abrir os corações à ação do Espírito Santo. A experiência da Samaria continua atual e inspiradora para a evangelização da Igreja hoje, encontrando no Percurso Alpha uma expressão concreta e renovada do primeiro anúncio cristão.

1) Não exclui ninguém

O primeiro anúncio cristão, o Kerigma, destina-se a todas as pessoas sem exceção. Filipe atravessa fronteiras culturais e religiosas ao dirigir-se à Samaria. A Igreja é chamada a anunciar Jesus a todos: afastados, indiferentes, feridos, ou descrentes. O Kerigma não é reservado a um grupo seleto. O Percurso Alpha começa precisamente por este princípio: todos são bem-vindos. Tal como Filipe foi à Samaria — um lugar rejeitado e desprezado pelos judeus — também o Alpha procura chegar a cada pessoa, independentemente da sua história, dúvidas, feridas ou distância da Igreja. O Evangelho não é reservado para “os perfeitos” ou para quem já acredita; é um convite aberto àqueles que procuram sentido, esperança e verdade.

Nos encontros Alpha cria-se um ambiente de acolhimento, escuta e respeito. Seja presencialmente ou online, cada participante pode colocar perguntas sem medo de julgamento. No agir de cada elemento da equipa que conduz o percurso Alpha segue-se o exemplo de Jesus, que se aproximava dos excluídos e anunciava o Reino. Uma comunidade cristã autêntica não fecha portas nem levanta barreiras: acolhe e torna-se casa para todos.

2) Filipe anuncia Cristo

O centro do anúncio de Filipe não era uma teoria nem um conjunto de regras morais: era Jesus Cristo. Também o Percurso Alpha tem como foco essencial levar cada pessoa a descobrir quem é Jesus, o seu amor, a sua morte e ressurreição, e o sentido novo que Ele oferece à vida. O cristianismo não começa por normas, mas por um encontro pessoal com Cristo vivo.

Ao longo do percurso Alpha, os temas apresentados ajudam os participantes a compreender a fé cristã de forma simples e profunda. No Alpha faz-se o primeiro anúncio; leva à (re)descoberta de que Deus ama cada pessoa, que Cristo deu a vida por nós e que ressuscitou para nos oferecer vida nova. Esta mensagem simples e poderosa é a base da evangelização cristã. Quando  é vivido com autenticidade, o percurso Alpha desperta o coração humano para o Amor de Deus;  aumenta a confiança e o desejo de conhecer  e despertar uma relação com Jesus.

3) A Palavra é acompanhada de ação

Lucas mostra que a pregação de Filipe era confirmada por gestos concretos de cura e libertação. O Percurso Alpha valoriza muito esta coerência entre aquilo que se anuncia e a forma como se vive.Por isso, o ambiente de amizade, a atenção aos participantes, a disponibilidade das equipas para os acolher e para rezar por eles,  a partilha sincera tornam-se sinais concretos do Evangelho. Muitas pessoas aproximam-se da fé não pelo que escutam e veem nos vídeos, mas pela experiência de serem acolhidas e amadas, como são, no momento em que estão, e não naquele onde gostariam de estar. A ação do Espírito manifesta-se frequentemente através de pequenos gestos humanos que revelam a presença de Deus.

4) “A cidade encheu-se de alegria”

O fruto da missão de Filipe foi a alegria, sinal da presença de Deus no meio do povo. Também o Percurso Alpha procura transmitir esta dimensão alegre da fé cristã. O Evangelho ilumina a vida e dá esperança mesmo em tempos difíceis.

Nos encontros Alpha, a alegria nasce da convivência, da descoberta de Deus e da experiência de pertença. Muitas pessoas reencontram ali a confiança, a paz interior e o entusiasmo espiritual. Quando alguém descobre que é amado por Deus e que não está sozinho, o coração enche-se naturalmente de alegria verdadeira.

5) O Espírito Santo e a comunhão com a Igreja

Apesar do importante trabalho de Filipe, faltava ainda o dom do Espírito Santo, que desceu sobre os samaritanos pela oração dos apóstolos Pedro e João. Isto recorda-nos a importância da oração uns pelos outros; ensina-nos que a fé cristã não é apenas um caminho individual, mas uma vida em comunhão com a Igreja. No Percurso Alpha, há também um momento central dedicado ao Espírito Santo, o “fim-de semana Alpha” em que cada participante é convidado a abrir-se à ação transformadora de Deus. Por outro lado, os elementos da equipa interceder pelos participantes. E o Espírito Santo não deixa de nos surpreender a todos!

Ao mesmo tempo, o Alpha não existe isoladamente: está ligado à comunidade paroquial e à Igreja universal. Tal como Pedro e João simbolizavam a união com a Igreja de Jerusalém, também o percurso Alpha deve conduzir à integração na vida da Igreja, nos sacramentos e na comunidade cristã. O Espírito Santo gera unidade, fortalece a fé e faz crescer discípulos missionários. Da ação de Deus, podem dar testemunho os que já fizeram Alpha e deram conta da intervenção divina nas suas vidas concretas. Alguns quiseram confessar-se após anos de afastamento, outros pediram o batismo ou quiseram crismar-se, muitos rezaram com confiança ou confiaram-se à oração de outros. Depois das onze semanas do Percurso, perdura a família Alpha, fundada em todas as vivências e amizade em Cristo.

Para concluir, na Samaria, através da missão de Filipe e da presença dos apóstolos, nasceu uma comunidade construída a partir do primeiro anúncio cristão e da ação do Espírito Santo. O Percurso Alpha espelha e continua a dinâmica missionária da Igreja primitiva. Ao proporcionar um espaço de encontro, escuta e descoberta de Jesus Cristo, torna-se instrumento privilegiado do primeiro anúncio para as pessoas de hoje. Quando o Evangelho é anunciado com simplicidade, alegria e confiança no Espírito Santo, as pessoas transformam-se em pedras vivas, comprometem-se no acolhimento e dão testemunho alegre das maravilhas que Deus fez por elas.  “Ontem” na Samaria, hoje em qualquer geografia, o anúncio de Cristo continua.

10.05.2026

Gracinda Leão (Alpha Guarda)

Imagem: Arquivo Alpha Guarda-2025

sábado, 9 de maio de 2026

Jésus tu es le Christ

 

O DEUS TRINO É A VIDA E ESTÁ EM MIM


VI 
- Domingo Páscoa -Ano A

Texto Sagrado: Jo 14,15-21

Esta passagem fala da presença do Pai, de Jesus e do Espírito nos membros da comunidade. Visa mostrar que não eram inferiores àqueles que conheceram Jesus; por isso é tão importante para nós hoje. Coloca-nos perante a realidade do Jesus vivo que nos capacita para vivermos com a mesma Vida que Ele teve.

Não nos devemos confundir com a forma como estas ideias sobre a relação de Jesus, o Pai e o Espírito são formuladas. Não se trata de uma relação com alguma entidade exterior aos seres humanos. Nem sequer estamos a falar de três realidades distintas: Pai, Jesus e Espírito. Estamos a falar da mesma realidade com nomes diferentes. Ela insiste na identidade dos três.

Se me amardes, obedecereis aos meus mandamentos. No capítulo seguinte, estes reduzem-se a um: amar. Quem não ama os outros não ama Jesus, nem o Pai, porque eles estão em cada ser humano. O amor é o mandamento. As “exigências” não são obrigações impostas a partir do exterior, mas uma urgência que vem de dentro e se manifesta em ações.

Eu pedirei ao Pai, e ele vos dará outro Advogado para estar convosco para sempre. Ele não está a falar de uma realidade distinta daquilo que ele ou o Pai são. Será uma nova forma de experienciar o amor. Diz que enviará o Espírito, depois de ele próprio voltar e, finalmente, que o Pai e ele virão e permanecerão. É uma realidade que é múltipla e, ao mesmo tempo, una.

Advogado (paráclito) é aquele que ajuda em qualquer circunstância; um advogado, um defensor num julgamento. Tem um duplo papel: interpretar a mensagem de Jesus e dar segurança e orientação aos discípulos. Enquanto estava com eles, era o próprio Jesus que os defendia. Ora, o Espírito será o único advogado, mas mais eficaz, porque os defenderá a partir de dentro.

Não vos deixarei órfãos. No Antigo Testamento, o órfão era o protótipo daquele contra quem se podia cometer impunemente todo o tipo de injustiça. Jesus não deixará os seus seguidores indefesos contra o poder do mal. Este poder não se manifestará eliminando o inimigo, mas fortalecendo aquele que é atacado, para que o vençam sem serem afetados de forma alguma.

O mundo não me verá mais; vós, porém, ver-me-eis, porque eu tenho vida, e vós também a tereis. Não se trata de visão sensorial, mas de descobrir que Ele continua a dar-lhes vida. O mundo deixará de O ver. Aqueles que, durante a sua vida terrena, O viram como o mundo, poderão agora vê-Lo de uma nova forma.

Nesse dia, experimentareis que Eu Me identifico com o Pai, vós comigo e Eu convosco. Ao participarem na vida do Pai, experimentarão a unidade com Jesus e com o Pai. É o significado mais profundo do amor: a unidade (ágape). Já não há sujeito que ama nem objeto amado. É uma experiência de unidade tão viva que ninguém lhes pode tirar.

“Quem aceita os meus mandamentos e os guarda, esse é que Me ama.” A sua mensagem é de amor pela humanidade, não de submissão. A presença de Jesus e de Deus é experimentada como uma proximidade interior, e não exterior. No passado domingo, ia preparar um lugar na casa do Pai. Aí, são o Pai e Jesus que vêm habitar com o discípulo.

Um versículo depois, diz: “Quem Me ama guardará a minha palavra, e meu Pai lhe mostrará o seu amor; viremos a ele e faremos nele a nossa morada.” Têm a presença garantida do Pai de Jesus e do Espírito. Deus não tem de vir de lado nenhum, porque Ele está em nós antes mesmo de começarmos a existir. A identidade de Jesus e do Pai é confirmada.

Jesus viveu uma identificação com Deus que não podemos exprimir por palavras. Somos chamados a essa mesma identificação. Tornar-me uno com Deus, que é espírito e que não está em nós como parte parcial de um todo que é o eu, mas como fundamento do meu ser, sem o qual nada pode existir em mim. Sou plenamente humano e divino.

Irmão Marcos

Imagem: Retirada do Google imagens em 09.05.2026;

Texto: Retirado da partilha da página Facebook de José António Pagola-5º Domingo de Páscoa-Ano A, em 09.05.2026. Tradução livre

domingo, 3 de maio de 2026

Je veux chanter mes hymnes - Chant de l'Emmanuel

 

A Ti meus hinos

Refrão: Eu quero cantar louvor e glória ao Senhor,
Louvá-l'O enquanto viver!
Meu coração exulta no meu Senhor,
A Ti meus hinos, meu Deus!

Eis-me aqui Senhor meu Deus p'ra fazer Tua vontade,
te dou o meu coração, meu Salvador!

Foste Tu que me salvaste da morte e do pecado
E Tua ressurreição  nos dá vida!

Eu Te cantarei Senhor, Tu és minha alegria,
Tu és meu Salvador, Aleluia!

sábado, 2 de maio de 2026

SENHOR, COMO PODEMOS CONHECER O CAMINHO?


- Domingo Páscoa -Ano A

Texto Sagrado: Jo 14, 1-12 

"O regresso do Senhor Ressuscitado à comunidade é um regresso pacífico e vivificante. Agora é o momento em que eles podem compreender, no seu coração, vital e profundamente, tudo o que Jesus experimentou e tudo o que eles experimentaram com Ele. Foi necessário que Jesus “desaparecesse” para que pudessem compreender a sua pessoa e a sua obra, para que pudessem perceber quem era Jesus dos caminhos da Galileia e quem Ele é, agora experimentado como o Senhor e Cristo.

Isto não nos deveria surpreender. Só compreendemos verdadeiramente o que uma pessoa significou para nós e para as nossas vidas quando já não está ao nosso lado. Quando estão connosco, somos mais propensos a ver fraquezas e falhas. Quando desaparecem e o tempo passa, somos tocados com gratidão por tudo o que a sua proximidade e presença significaram nas nossas vidas. Quando um amigo ou familiar nos deixa pela morte, no vazio da separação começamos a aperceber-nos de tudo o que nos deram em vida.

O caminho que Jesus percorreu na sua vida foi um caminho de serviço, mas os seus seguidores não compreenderam que o caminho da humildade e do amor altruísta, do amor sacrificial, era a única forma de alcançar o Pai. Alcançámos o Pai através do serviço às suas criaturas ("Se eu, sendo Senhor e Mestre, lavei os vossos pés..."). Ao longo de toda a narrativa da Páscoa, os discípulos chegarão a compreender Jesus nos seus corações. A vida de discipulado é um processo; estamos sempre a descobrir novas dimensões, novas experiências... é a Fonte de Água Viva que nunca seca.

A verdade é uma palavra tão deturpada que ainda hoje a sua existência é negada; o que existe são opiniões, mas não factos verdadeiros — é a este ponto que chegamos... Esta situação provoca um profundo desconforto, hesitação, perplexidade e uma necessidade mórbida de procurar segurança nas pessoas e nas ideologias, de seguir promessas improváveis ​​que matam a liberdade. Jesus não diz propriamente que só "a verdade nos liberta". As mentiras aprisionam, enganam, toldam a nossa visão e escravizam-nos. A comunidade dos seguidores de Jesus está a experimentar que só Ele é a Verdade que nos guia no caminho da liberdade.

Entendo que a palavra nos assusta porque, sob o pretexto de "possuir a verdade", causamos e continuamos a causar destruição. Não possuímos a verdade; pelo contrário, a Verdade possui-nos. A verdade de que Jesus habita e vive no Pai e o Pai n’Ele não é um jogo de palavras, mas antes o critério para sabermos que vivemos na Verdade quando nos aproximamos d’Ele e experimentamos a alegria de nos sentirmos enraizados no Compassivo. A única verdade é o Amor Incondicional, do qual ninguém nem nada nos pode separar.

Ele é a Vida, a nossa vida. Ele sustenta-a, mantém-na, é a nossa força na fraqueza, a luz no meio da nossa escuridão, a nossa esperança em tempos de incerteza. Ele provou-o dando a Sua vida incondicionalmente por nós. Obrigado, Jesus, por seres o caminho da vida e da verdade.

Toni Catalá SJ"

Imagem: Retirada do Google imagens em 02.05.2026;

Texto: Retirado da partilha da página Facebook de José António Pagola-5º Domingo de Páscoa-Ano A, em 02.05.2026. Tradução livre

sábado, 25 de abril de 2026

ENCONTRAR A PORTA CERTA

IV
- Domingo Páscoa -Ano A

Texto Sagrado: Jo 10, 1-10 

"O Evangelho de João apresenta Jesus com imagens originais e belas. Quer que os seus leitores descubram que só ele pode responder plenamente às necessidades mais fundamentais da humanidade. Jesus é “o pão da vida”: quem dele se alimentar nunca terá fome. Ele é “a luz do mundo”: quem o segue não andará nas trevas. Ele é “o bom pastor”: quem escuta a sua voz encontrará a vida.

Entre estas imagens, encontra-se uma, humilde e quase esquecida, que, no entanto, contém um significado profundo. “Eu sou a porta”. Esse é Jesus. Uma porta aberta. Quem o segue atravessa um limiar que conduz a um novo mundo: uma nova forma de compreender e viver a vida.

O evangelista explica-o com três características: “Quem entrar por Mim será salvo”. A vida tem muitos caminhos. Nem todos conduzem ao sucesso ou garantem uma vida plena. Quem, de alguma forma, se liga a Jesus e procura segui-Lo, está a entrar pela porta certa. Não desperdiçará a sua vida. A salvará.

O evangelista diz algo mais. Quem entra por meio de Jesus “poderá entrar e sair”. Ele tem liberdade de movimentos. Entra num espaço onde pode ser livre, pois é guiado apenas pelo Espírito de Jesus. Não é a terra da anarquia ou da licenciosidade [devassidão/libertinagem].

Ele “entra e sai”, passando sempre por aquela “porta” que é Jesus, e segue os seus passos.

O evangelista acrescenta ainda outro pormenor: quem entra por aquela porta que é Jesus “encontrará pastagem”, não terá fome nem sede. Encontrará alimento sólido e abundante para viver.

Cristo é a “porta” pela qual nós, cristãos, também devemos entrar hoje, se queremos reacender a nossa identidade. Um cristianismo composto por pessoas batizadas que se relacionam com um Jesus incompreendido, vagamente recordado, afirmado apenas ocasionalmente de forma abstrata, um Jesus silencioso que nada diz de especial ao mundo de hoje, um Jesus que não toca os corações… é um cristianismo sem futuro.

Só Cristo nos pode conduzir a um novo nível de vida cristã, mais bem fundamentada, motivada e alimentada pelo Evangelho. Cada um de nós pode contribuir para uma Igreja nos próximos anos onde Jesus seja sentido e vivido de forma mais vívida e apaixonada. Podemos tornar a Igreja mais semelhante a Jesus.

26 de abril de 2026

José António Pagola"

Imagem: Retirada do Google imagens em 25.04.2026;

Texto: Retirado da partilha da página Facebook de José António Pagola-4º Domingo de Páscoa-Ano A, em 25.04.2026. Tradução livre