quarta-feira, 17 de maio de 2023
quinta-feira, 4 de maio de 2023
quarta-feira, 26 de abril de 2023
60º Encontro Nacional de Catequese
D. António Luciano disse ontem que “os catequistas devem ser facilitadores do encontro com Jesus” e que a catequese “mais urgente de acontecer” é aquela que ajuda os mais novos “a encontrar-se com Jesus Cristo no coração”.
Na eucaristia do 60º Encontro Nacional de Catequese, a que ontem presidiu na Sé da cidade de Viseu, o prelado agradeceu “a presença de tantos responsáveis das diversas dioceses portuguesas”, que considerou ser uma demonstração “da vitalidade da Igreja”, e pediu “catequistas apaixonados por Jesus” com “o espírito do ressuscitado”.
“Este trecho do livro dos Atos dos Apóstolos mostra-nos a vitalidade das comunidades cristãs nascentes. Este espírito advém da crença no Ressuscitado, do encontro dos irmãos com Ele. Sem conhecermos o Senhor, no mais profundo de cada um de nós, definhamos e nada podemos”, explicou na homilia.
Para D. António Luciano mais do que “grandes pedagogias ou criatividades” o catequista deve “aprofundar o seu conhecimento, a sua relação com Jesus ressuscitado” por que isso “atrai”.
“Não podemos dar passos na catequese sem o conhecimento da pessoa de Jesus! Só quem conhece e quer conhecer mais se pode apaixonar! Podemos ter muitas pedagógicas, mas se nos falta o gosto de conhecer Jesus, se nos falta o centro, tudo se esfuma”, alertou.
Aos responsáveis diocesanos o bispo de Viseu pediu para estarem abertos “às surpresas de Jesus” e a terem uma “ação catequética cuidada”.
“Não vos esqueçais que os destinatários da catequese, recebem a Boa Nova de acordo com a sua capacidade. Cabe-nos cuidar bem da preparação da catequese, em comunhão uns com os outros para assim fazermos caminho e percebermos os desafios que se colocam. Lembrai-vos: Jesus surpreende-nos sempre!”, desenvolveu.
No final da sua homilia D. António Luciano evocou o pensamento do Papa Francisco para afirmar que “o catequista é-o durante 24 horas e não apenas durante o tempo de encontro de catequese”.
“Cabe-nos inovar numa sociedade em constante mutação. Não tenhamos medo, nem receio de avançarmos para melhor levar Jesus aos irmãos. Facilitadores alegres do encontro com Jesus Cristo! Que tenhamos a coragem de desafiar os jovens para que assumam um projeto de vida feliz, com a consciência do bem para si e para um mundo melhor”, concluiu.
Hoje o 60º Encontro Nacional de Catequese termina com uma sessão cultural dinamizada pelo Secretariado Diocesano da Educação Cristã de Viseu.
Educris|14.04.2023 "
Texto e imagem : Retirados do Site da "EDUCRIS"- http://www.educris.com/-em 26/04/2023
Não vos esqueçais da hospitalidade...
Conversavam entre si sobre tudo o que tinha sucedido.
Enquanto falavam e discutiam, Jesus aproximou-Se deles e pôs-Se com eles a caminho.
Mas os seus olhos estavam impedidos de O reconhecerem.
Ele perguntou-lhes. «Que palavras são essas que trocais entre vós pelo caminho?». Pararam, com ar muito triste,
e um deles, chamado Cléofas, respondeu: «Tu és o único habitante de Jerusalém a ignorar o que lá se passou nestes dias».
E Ele perguntou: «Que foi?». Responderam-Lhe: «O que se refere a Jesus de Nazaré, profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo;
e como os príncipes dos sacerdotes e os nossos chefes O entregaram para ser condenado à morte e crucificado.
Nós esperávamos que fosse Ele quem havia de libertar Israel. Mas, afinal, é já o terceiro dia depois que isto aconteceu.
É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos sobressaltaram: foram de madrugada ao sepulcro,
não encontraram o corpo de Jesus e vieram dizer que lhes tinham aparecido uns anjos a anunciar que Ele estava vivo.
Alguns dos nossos foram ao sepulcro e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas a Ele não O viram».
Então Jesus disse-lhes: «Homens sem inteligência e lentos de espírito para acreditar em tudo o que os profetas anunciaram!
Não tinha o Messias de sofrer tudo isso para entrar na sua glória?».
Depois, começando por Moisés e passando pelos profetas, explicou-lhes em todas as Escrituras o que Lhe dizia respeito.
Ao chegarem perto da povoação para onde iam, Jesus fez menção de ir para diante.
Mas eles convenceram-no a ficar, dizendo: «Fica connosco, porque o dia está a terminar e vem caindo a noite». Jesus entrou e ficou com eles.
E quando Se pôs à mesa, tomou o pão, recitou a bênção, partiu-o e entregou-lho.
Nesse momento abriram-se-lhes os olhos e reconheceram-no. Mas Ele desapareceu da sua presença.
Disseram então um para o outro: «Não ardia cá dentro o nosso coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?».
Partiram imediatamente de regresso a Jerusalém e encontraram reunidos os Onze e os que estavam com eles,
que diziam: «Na verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão».
E eles contaram o que tinha acontecido no caminho e como O tinham reconhecido ao partir o pão.
«Não vos
esqueçais da hospitalidade» (Heb 13,1)
Dois dos discípulos caminhavam juntos. Embora não acreditando, falavam sobre o Senhor. De repente, Ele apareceu-lhes, mas sob traços que não lhes permitiram reconhecê-Lo. [...] Convidaram-no a partilhar a sua pousada, como é costume entre viajantes [...] Puseram a mesa, apresentaram os alimentos e, na fração do pão, descobriram a Deus, que não tinham ainda reconhecido na explicação das Escrituras. Não foi portanto a escutar os preceitos de Deus que foram iluminados, mas a cumpri-los: «Não são os que ouvem a Lei que são justos diante de Deus, mas os que praticam a Lei é que serão justificados» (Rom 2,13). Se quisermos compreender o que ouvimos, apressemo-nos a pôr em prática o que conseguimos perceber. O Senhor não foi reconhecido enquanto falava; Ele dignou-Se manifestar-Se quando Lhe ofereceram de comer. Ponhamos pois amor no exercício da hospitalidade, queridos irmãos; pratiquemos de coração a caridade [...]: «Que permaneça a caridade fraterna. Não vos esqueçais da hospitalidade, pois, graças a ela, alguns, sem o saberem, hospedaram anjos» (Heb 13,1; cf Gn 18,1ss). Pedro diz: «Exercei a hospitalidade uns com os outros, sem queixas» (1Ped 4,9). E a própria Verdade nos declara: «Era peregrino e recolhestes-Me. [...] Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25,35.40) [...] Apesar disto, somos tão preguiçosos diante da graça da hospitalidade! Avaliemos, irmãos, a grandeza desta virtude. Recebamos Cristo à nossa mesa, para podermos ser recebidos no seu festim eterno. Demos a nossa hospitalidade a Cristo que está no estrangeiro, para que, no dia do juízo, não sejamos como estrangeiros que Ele não sabe de onde vêm (cf Lc 13,25), mas como irmãos que em seu Reino recebe."
Texto: Retirado do Site do "Evangelho Quotidiano"- https://www.evangelhoquotidiano.org/-em 26/04/2023;
Imagem: Retirada da "Google imagens" em 26/04/2023;


São Gregório Magno (c. 540-604)
papa, doutor da Igreja