sábado, 5 de março de 2022

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2022


«Não nos cansemos de fazer o bem; porque, a seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido. Portanto, enquanto temos tempo, pratiquemos o bem para com todos» 
(Gal 6, 9-10a).

Queridos irmãos e irmãs!

A Quaresma é um tempo favorável de renovação pessoal e comunitária que nos conduz à Páscoa de Jesus Cristo morto e ressuscitado. Aproveitemos o caminho quaresmal de 2022 para refletir sobre a exortação de São Paulo aos Gálatas: «Não nos cansemos de fazer o bem; porque, a seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido. Portanto, enquanto temos tempo (kairós), pratiquemos o bem para com todos» (Gal 6, 9-10a).

1. Sementeira e colheita

Neste trecho, o Apóstolo evoca a sementeira e a colheita, uma imagem que Jesus muito prezava (cf. Mt 13). São Paulo fala-nos dum kairós: um tempo propício para semear o bem tendo em vista uma colheita. Qual poderá ser para nós este tempo favorável? Certamente é a Quaresma, mas é-o também a nossa inteira existência terrena, de que a Quaresma constitui de certa forma uma imagem [1]. Muitas vezes, na nossa vida, prevalecem a ganância e a soberba, o anseio de possuir, acumular e consumir, como se vê no homem insensato da parábola evangélica, que considerava assegurada e feliz a sua vida pela grande colheita acumulada nos seus celeiros (cf. Lc 12, 16-21). A Quaresma convida-nos à conversão, a mudar mentalidade, de tal modo que a vida encontre a sua verdade e beleza menos no possuir do que no doar, menos no acumular do que no semear o bem e partilhá-lo.

O primeiro agricultor é o próprio Deus, que generosamente «continua a espalhar sementes de bem na humanidade» (Enc. Fratelli tutti, 54). Durante a Quaresma, somos chamados a responder ao dom de Deus, acolhendo a sua Palavra «viva e eficaz» (Heb 4, 12). A escuta assídua da Palavra de Deus faz maturar uma pronta docilidade à sua ação (cf. Tg 1, 19.21), que torna fecunda a nossa vida. E se isto já é motivo para nos alegrarmos, maior motivo ainda nos vem da chamada para sermos «cooperadores de Deus» (1 Cor 3, 9), aproveitando o tempo presente (cf. Ef 5, 16) para semearmos, também nós, praticando o bem. Esta chamada para semear o bem deve ser vista, não como um peso, mas como uma graça pela qual o Criador nos quer ativamente unidos à sua fecunda magnanimidade.

E a colheita? Porventura não se faz toda a sementeira a pensar na colheita? Certamente; o laço estreito entre a sementeira e a colheita é reafirmado pelo próprio São Paulo, quando escreve: «Quem pouco semeia, também pouco há de colher; mas quem semeia com generosidade, com generosidade também colherá» (2 Cor 9, 6). Mas de que colheita se trata? Um primeiro fruto do bem semeado, temo-lo em nós mesmos e nas nossas relações diárias, incluindo os gestos mais insignificantes de bondade. Em Deus, nenhum ato de amor, por mais pequeno que seja, e nenhuma das nossas «generosas fadigas» se perde (cf. Exort. Evangelii gaudium, 279). Tal como a árvore se reconhece pelos frutos (cf. Mt 7, 16.20), assim também a vida repleta de obras boas é luminosa (cf. Mt 5, 14-16) e difunde pelo mundo o perfume de Cristo (cf. 2 Cor 2, 15). Servir a Deus, livres do pecado, faz maturar frutos de santificação para a salvação de todos (cf. Rm 6, 22).

Na realidade, só nos é concedido ver uma pequena parte do fruto daquilo que semeamos, pois, segundo o dito evangélico, «um é o que semeia e outro o que ceifa» (Jo 4, 37). É precisamente semeando para o bem do próximo que participamos na magnanimidade de Deus: constitui «grande nobreza ser capaz de desencadear processos cujos frutos serão colhidos por outros, com a esperança colocada na força secreta do bem que se semeia» (Enc. Fratelli tutti, 196). Semear o bem para os outros liberta-nos das lógicas mesquinhas do lucro pessoal e confere à nossa atividade a respiração ampla da gratuidade, inserindo-nos no horizonte maravilhoso dos desígnios benfazejos de Deus.

A Palavra de Deus alarga e eleva ainda mais a nossa perspetiva, anunciando-nos que a colheita mais autêntica é a escatológica, a do último dia, do dia sem ocaso. O fruto perfeito da nossa vida e das nossas ações é o «fruto em ordem à vida eterna» (Jo 4, 36), que será o nosso «tesouro no céu» (Lc 18, 22; cf. 12, 33). O próprio Jesus, para exprimir o mistério da sua morte e ressurreição, usa a imagem da semente que morre na terra e frutifica (cf. Jo 12, 24); e São Paulo retoma-a para falar da ressurreição do nosso corpo: «semeado corrutível, o corpo é ressuscitado incorrutível; semeado na desonra, é ressuscitado na glória; semeado na fraqueza, é ressuscitado cheio de força; semeado corpo terreno, é ressuscitado corpo espiritual» (1 Cor 15, 42-44). Esta esperança é a grande luz que Cristo ressuscitado traz ao mundo: «Se nós temos esperança em Cristo apenas para esta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas não! Cristo ressuscitou dos mortos, como primícias dos que morreram» (1 Cor 15, 19-20), para que quantos estiverem intimamente unidos a Ele no amor, «por uma morte idêntica à Sua» (Rm 6, 5), também estejam unidos à sua ressurreição para a vida eterna (cf. Jo 5, 29): «então os justos resplandecerão como o sol, no reino do seu Pai» (Mt 13, 43).

2. «Não nos cansemos de fazer o bem»

A ressurreição de Cristo anima as esperanças terrenas com a «grande esperança» da vida eterna e introduz, já no tempo presente, o germe da salvação (cf. Bento XVI, Spe salvi, 3; 7). Perante a amarga desilusão por tantos sonhos desfeitos, a inquietação com os desafios a enfrentar, o desconsolo pela pobreza de meios à disposição, a tentação é fechar-se num egoísmo individualista e, à vista dos sofrimentos alheios, refugiar-se na indiferença. Com efeito, mesmo os recursos melhores conhecem limitações: «Até os adolescentes se cansam, se fatigam, e os jovens tropeçam e vacilam» (Is 40, 30). Deus, porém, «dá forças ao cansado e enche de vigor o fraco. (…) Aqueles que confiam no Senhor, renovam as suas forças. Têm asas como a águia, correm sem se cansar, marcham sem desfalecer» (Is 40, 29.31). A Quaresma chama-nos a repor a nossa fé e esperança no Senhor (cf. 1 Ped 1, 21), pois só com o olhar fixo em Jesus Cristo ressuscitado (cf. Heb 12, 2) é que podemos acolher a exortação do Apóstolo: «Não nos cansemos de fazer o bem» (Gal 6, 9).

 Não nos cansemos de rezar. Jesus ensinou que é necessário «orar sempre, sem desfalecer» ( Lc 18, 1). Precisamos de rezar, porque necessitamos de Deus. A ilusão de nos bastar a nós mesmos é perigosa. Se a pandemia nos fez sentir de perto a nossa fragilidade pessoal e social, permita-nos esta Quaresma experimentar o conforto da fé em Deus, sem a qual não poderemos subsistir (cf. Is 7, 9). No meio das tempestades da história, encontramo-nos todos no mesmo barco, pelo que ninguém se salva sozinho [2]; mas sobretudo ninguém se salva sem Deus, porque só o mistério pascal de Jesus Cristo nos dá a vitória sobre as vagas tenebrosas da morte. A fé não nos preserva das tribulações da vida, mas permite atravessá-las unidos a Deus em Cristo, com a grande esperança que não desilude e cujo penhor é o amor que Deus derramou nos nossos corações por meio do Espírito Santo (cf. Rm 5, 1-5).

Não nos cansemos de extirpar o mal da nossa vida. Possa o jejum corporal, a que nos chama a Quaresma, fortalecer o nosso espírito para o combate contra o pecado. Não nos cansemos de pedir perdão no sacramento da Penitência e Reconciliação, sabendo que Deus nunca Se cansa de perdoar [3]Não nos cansemos de combater a concupiscência, fragilidade esta que inclina para o egoísmo e todo o mal, encontrando no decurso dos séculos vias diferentes para fazer precipitar o homem no pecado (cf. Enc. Fratelli tutti, 166). Uma destas vias é a dependência dos meios de comunicação digitais, que empobrece as relações humanas. A Quaresma é tempo propício para contrastar estas ciladas, cultivando ao contrário uma comunicação humana mais integral (cf. ibid., 43), feita de «encontros reais» ( ibid., 50), face a face.

Não nos cansemos de fazer o bem, através duma operosa caridade para com o próximo. Durante esta Quaresma, exercitemo-nos na prática da esmola, dando com alegria (cf. 2 Cor 9, 7). Deus, «que dá a semente ao semeador e o pão em alimento» (2 Cor 9, 10), provê a cada um de nós os recursos necessários para nos nutrirmos e ainda para sermos generosos na prática do bem para com os outros. Se é verdade que toda a nossa vida é tempo para semear o bem, aproveitemos de modo particular esta Quaresma para cuidar de quem está próximo de nós, para nos aproximarmos dos irmãos e irmãs que se encontram feridos na margem da estrada da vida (cf. Lc 10, 25-37). A Quaresma é tempo propício para procurar, e não evitar, quem passa necessidade; para chamar, e não ignorar, quem deseja atenção e uma boa palavra; para visitar, e não abandonar, quem sofre a solidão. Acolhamos o apelo a praticar o bem para com todos, reservando tempo para amar os mais pequenos e indefesos, os abandonados e desprezados, os discriminados e marginalizados (cf. Enc. Fratelli tutti, 193).

3. «A seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido»

Cada ano, a Quaresma vem recordar-nos que «o bem, como aliás o amor, a justiça e a solidariedade não se alcançam duma vez para sempre; hão de ser conquistados cada dia» (ibid., 11). Por conseguinte peçamos a Deus a constância paciente do agricultor (cf. Tg 5, 7), para não desistir na prática do bem, um passo de cada vez. Quem cai, estenda a mão ao Pai que nos levanta sempre. Quem se extraviou, enganado pelas seduções do maligno, não demore a voltar para Deus, que «é generoso em perdoar» (Is 55, 7). Neste tempo de conversão, buscando apoio na graça divina e na comunhão da Igreja, não nos cansemos de semear o bem. O jejum prepara o terreno, a oração rega, a caridade fecunda-o. Na fé, temos a certeza de que «a seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido», e obteremos, com o dom da perseverança, os bens prometidos (cf. Heb 10, 36) para salvação nossa e do próximo (cf. 1 Tm 4, 16). Praticando o amor fraterno para com todos, estamos unidos a Cristo, que deu a sua vida por nós (cf. 2 Cor 5, 14-15), e saboreamos desde já a alegria do Reino dos Céus, quando Deus for «tudo em todos» (1 Cor 15, 28).

A Virgem Maria, em cujo ventre germinou o Salvador e que guardava todas as coisas «ponderando-as no seu coração» (Lc 2, 19), obtenha-nos o dom da paciência e acompanhe-nos com a sua presença materna, para que este tempo de conversão dê frutos de salvação eterna.

Roma, em São João de Latrão, na Memória litúrgica do bispo São Martinho, 11 de novembro de 2021.

Francisco

Texto: Retirado do Site do Vaticano em 05.03.2022- http://www.vatican.va/

Imagem: Retirada da "Google imagens" em 05.03.2022

domingo, 30 de janeiro de 2022

Igreja que acolhe…


São  comunidades e mais comunidades  que tecem esta bela Igreja. São fios que se entrelaçam, que se cruzam , de diferentes cores e tons . Beleza,  a Igreja de Cristo é beleza…Quem olha para o tecido vê o rosto de Jesus a sorrir, a abençoar , a chamar, a escutar, a curar, a perdoar.


O catequista que dá a mão aos seus catequizandos, que os olha com profundidade, que os escuta  e que faz  suas, as alegrias  e  as tristezas deles . O catequista que não faz acepção de pessoas e que a todos se dá, beleza…aí está o coração de Cristo.

As assembleias que se amam, que criam pontes e que nunca se fecham …Que partilham a vida uns com os outros sem medo e sem receio. Assembleias que acolhem os que caem e com carinho os ajudam a erguer, beleza …aí estão as mãos de Cristo.

Comunidades que recebem os catecúmenos e os recém baptizados com brados de alegria, dando glória a Deus, beleza…aí brilha a luz de Cristo.

Cristãos que no mundo, no trabalho, nos caminhos da vida, sorriem e de todos se fazem irmãos, beleza…como crianças a todos apresentam Cristo.

Que belas que são as comunidades que se juntam e partilham o Pão Vivo, a Palavra, o pão  e as histórias das suas vidas, crianças, jovens, adultos, idosos , padres, leigos,  beleza…aí está a comunhão em Cristo.

 “Irmãos, vivei com alegria; trabalhai pela vossa perfeição; animai-vos uns aos outros; tende os mesmos sentimentos; vivei em paz. E o Deus do amor e da paz estará convosco.”   2 Cor 13,11
                                                                                                                                                                                  Diác. José Luís Leão

Céleste Jérusalem — Chant de l'Emmanuel

domingo, 2 de janeiro de 2022

O perfil “sinodal de Jesus”


"Um Sínodo para todos os Continentes que passe a pente fino todas as Dioceses do mundo, eis a ousadia do Papa Francisco. Em pleno 8º ano do seu pontificado, o Papa ousa cortar mais fundo na reforma da Igreja lançando o tema da sinodalidade na convicção de que este “é o caminho que Deus espera da Igreja do 3º milénio”, como ele mesmo disse no discurso de Comemoração do 50º Aniversário instituição do Sínodo dos Bispos, a 17 de Outubro de 2015.

O Papa, mesmo reconhecendo que a Assembleia Sinodal é um dos grandes frutos do Concílio Vaticano II, quer que se torne um “estilo de Igreja” alargando a escuta a todos os baptizados, para captar o sensus fidei do povo de Deus. Daqui as três palavras chave dinamizadoras de toda a caminhada sinodal: comunhão, participação, missão. Muitas dioceses e paróquias puseram-se já em andamento, contudo não será fácil trilhar este caminho de “conversão sinodal” nas nossas comunidades cristãs.

Estou a ler o livro “Jesus segundo o Novo Testamento” que alguém teve a amabilidade de me oferecer, cujo autor, o biblista britânico James D. G. Dunn, a partir do testemunho dos autores do Novo Testamento-evangelistas e apóstolos- procura dar a conhecer a figura de Jesus Cristo. Achei muito curioso o capítulo intitulado “Jesus segundo Jesus”, porque, pensei, dá-nos a possibilidade de reconstruir aquele que poderíamos chamar, o “perfil sinodal de Jesus”. Jesus , que caminha junto com os seus discípulos, que escuta e encontra, que chama e anuncia a Boa Notícia do Reino, oferece-nos algumas orientações para um “estilo sinodal” da Igreja do nosso tempo.

AS 7 DICAS SINODAIS DE JESUS!

-Primeira dica sinodal:

O Mandamento do Amor no centro!

Todos os autores do Novo Testamento, dos quatro evangelistas a S.Paulo, concordam em afirmar que o coração da mensagem e do estilo de vida de Jesus é o Mandamento do Amor: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei!”; “amai os inimigos!”; “chamei-vos amigos e não servos!”.

-Segunda dica sinodal:

A preferência pelos pobres!

Jesus na sinagoga da sua terra faz questão em dizer que o Espírito o consagrou para anunciar a Boa Nova aos pobres e, no seu ministério, exalta os pobres de espírito (Bem-aventuranças), elogia os pobres ( a viúva anónima no templo) e desafia os ricos a deixar tudo aos pobres para segui-l’O (Mc 10,21).

-Terceira dica sinodal:

Os pecadores são bem-vindos!

Jesus manifesta uma abertura extraordinária e única, para com aqueles que eram considerados inaceitáveis para a comunidade farisaica. Entra em casa de Zaqueu; participa no banquete de despedida de Levi cobrador de impostos, depois de tê-lo chamado a ser seu discípulo; narra parábolas para justificar que Ele veio para procurar os pecadores tresmalhados…

 -Quarta dica sinodal:

Abertura aos gentios e não crentes!

Os evangelistas Mateus e Lucas, rivalizam em apresentar a universalidade do Evangelho de Jesus: Muitos virão do Oriente e do Ocidente e sentar-se-ão à mesa do Reino do Céu…”(Mt 8, 11). Enquanto o apóstolo Paulo teve que defender com unhas e dentes a sua missão evangelizadora no meio dos gentios, na fidelidade ao mandato de Jesus!

-Quinta dica sinodal:

A presença activa das mulheres entre os seguidores de Jesus!

As mulheres acompanharam Jesus no seu caminho e ministério público, até ao momento mais dramático e perigoso: a paixão de Jesus. Havia três mulheres identificadas a assistir à crucificação (Maria Madalena, Maria mãe de Tiago e José, Salomé), mais “muitas outras mulheres.. que tinham ido com Jesus a Jerusalém” e apenas um homem: João, o discípulo amado. Os discípulos masculinos de Jesus parecem tê-lo abandonado!

-Sexta dica sinodal:

As crianças no centro!

Também neste caso Jesus vai a contracorrente: os apóstolos repreendem as pessoas que tentavam  fazer chegar a Jesus as crianças; e Jesus-conforme o relato de três evangelistas-reage indignado, dizendo: “Deixai vir a mim as crianças!”.

-Sexta dica sinodal:

Só o que sai de dentro torna o homem impuro!

A sétima e última dica sinodal tem a ver com o tema da pureza e impureza que nasce do rigor tradicional judaico. Jesus denuncia a hipocrisia e a fachada : ” Não é o que entra na boca que torna o homem impuro, mas o que sai da boca” (Mt 15,11). Porém, Marcos é mais mordaz: “O que sai de dentro da pessoa” (Mc 7,15).

Sem dúvida poderíamos encontrar mais orientações para um caminho sinodal a partir do exemplo de Jesus. Contudo, estas sete dicas parecem-nos muito desafiadoras para as nossas comunidades eclesiais : centrarmo-nos no Mandamento do Amor a Deus e ao próximo; na escolha preferencial pelos pobres; no papel das mulheres; na centralidade dos pequenos; no acolhimento aos irregulares; na escuta e no diálogo com os não crentes; na luta contra o clericalismo e ritualismo.

O caminho sinodal é o caminho da Igreja no mundo que, como Cristo, se deixa interpelar pelo humano semeando uma palavra nova, semeando uma palavra de salvação.

Frei Fabrizio Bordin"

Texto: Retirado da revista “MENSAGEIRO de SANTO ANTÓNIO-N.º11/ 2021”

Imagem: Retirada da "Google imagens" em 02.01.2022

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

Wake up the world - (Rejoice Cover)

"Acorda, acorda o mundo e canta Aleluia! A alegria de Deus é a nossa força, Aleluia! Alegria na Terra e no Céu! Senhor Jesus, vem!"