sexta-feira, 5 de julho de 2019
segunda-feira, 10 de junho de 2019
SOLENIDADE DE PENTECOSTES-HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
SANTA MISSA NA SOLENIDADE DE PENTECOSTES
HOMILIA DO PAPA
FRANCISCO
Praça São Pedro
Domingo, 9 de junho de 2019
Domingo, 9 de junho de 2019
O Pentecostes chegou, para os discípulos, depois de
cinquenta dias incertos. Por um lado, Jesus ressuscitara: cheios de alegria,
tinham-No visto, escutado e até comido com Ele. Por outro, ainda não superaram
dúvidas e temores: estavam com as portas fechadas (cf. Jo 20,
19.26), com perspetivas reduzidas, incapazes de anunciar o Vivente. Depois,
chega o Espírito Santo e as preocupações desaparecem: agora os Apóstolos não
têm medo nem sequer à vista de quem os prende; antes, preocupados por salvar a
sua vida, agora já não têm medo de morrer; antes, fechados no Cenáculo, agora
levam o anúncio a todas as nações. Até à Ascensão de Jesus, aguardavam um Reino
de Deus para eles (cf. At 1, 6), agora estão ansiosos por
alcançar fronteiras desconhecidas. Antes, quase nunca falaram em público e
muitas vezes, quando o fizeram, criaram problemas como Pedro que renegou Jesus;
agora falam corajosamente a todos. Em resumo, a história dos discípulos, que
parecia ter chegado ao fim, é renovada pela juventude do Espírito:
aqueles jovens, que dominados pela incerteza se sentiam no fim, foram
transformados por uma alegria que os fez renascer. Foi o Espírito Santo que fez
isto. O Espírito não é, como poderia parecer, uma coisa abstrata; é a Pessoa
mais concreta, mais próxima, aquela que muda a nossa vida. E como faz? Vejamos
os Apóstolos. O Espírito não lhes tornou as coisas mais fáceis, não fez
milagres espetaculares, não eliminou problemas nem opositores, mas o Espírito
trouxe para a vida dos discípulos uma harmonia que faltava: a Sua, porque Ele
é harmonia.
Harmonia dentro do homem. Era dentro, no coração, que os
discípulos precisavam de ser mudados. A sua história diz-nos que a própria
visão do Ressuscitado não basta; é preciso acolhê-Lo no coração. De nada
aproveita saber que o Ressuscitado está vivo, se não se vive como
ressuscitados. E é o Espírito que faz viver e ressurgir Jesus em nós, que nos
ressuscita dentro. Por isso Jesus, ao encontrar os Seus, repete: «A paz esteja
convosco» (Jo 20, 19.21) e dá o Espírito. A paz não consiste em
resolver os problemas a partir de fora – Deus não tira aos Seus tribulações e
perseguições –, mas em receber o Espírito Santo. Nisto consiste a paz, aquela
paz dada aos Apóstolos, aquela paz que não livra dos problemas,
mas, nos problemas, é oferecida a cada um de nós. É uma paz
que torna o coração semelhante ao mar profundo: permanece tranquilo, mesmo
quando as ondas estão revoltas à superfície. É uma harmonia tão profunda que
pode até transformar as perseguições em bem-aventurança. Mas, em vez disso,
quantas vezes permanecemos à superfície! Em vez de procurar o Espírito,
tentamos flutuar, pensando que tudo ficará bem se certo problema passar, se não
virmos mais tal pessoa, se melhorar aquela situação. Mas isto é permanecer à
superfície: superado um problema, chegará outro; e a ansiedade voltará. Não é
afastando-nos de quem pensa diferente de nós que ficaremos tranquilos, não é
resolvendo o problema presente que estaremos em paz. O ponto de mudança é a paz
de Jesus, é a harmonia do Espírito.
Com a pressa que o nosso tempo nos impõe, parece que a
harmonia esteja posta de lado: reclamados por uma infinidade de coisas,
arriscamo-nos a explodir, solicitados por um nervosismo contínuo que nos faz
reagir mal a tudo. E procura-se a solução rápida: uma pastilha atrás doutra
para continuar, uma emoção atrás doutra para se sentir vivo, quando na verdade
aquilo de que precisamos é sobretudo o Espírito. É Ele que coloca ordem neste
frenesi. É paz na ansiedade, confiança no desânimo, alegria na tristeza,
juventude na velhice, coragem na prova. É Ele que, no meio das correntes
tempestuosas da vida, mantém firme a âncora da esperança. Como nos diz hoje São
Paulo, é o Espírito que nos impede de recair no medo, fazendo-nos sentir filhos
amados (cf. Rm8, 15). É o Consolador, que nos transmite a ternura
de Deus. Sem o Espírito, a vida cristã desfia-se, privada do amor que tudo une.
Sem o Espírito, Jesus permanece um personagem do passado; com o Espírito, é
pessoa viva hoje. Sem o Espírito, a Escritura é letra morta; com o Espírito, é
Palavra de vida. Um cristianismo sem o Espírito é um moralismo sem alegria; com
o Espírito, é vida.
O Espírito Santo produz harmonia não só dentro,
mas também fora, entre os homens. Faz-nos Igreja, compõe partes
distintas num único edifício harmónico. Explica-o bem São Paulo que, ao falar
da Igreja, repete muitas vezes a palavra «diferente»: «diferentes carismas, diferentes atividades, diferentes ministérios»
(cf. 1 Cor 12, 4-6). Somos diferentes, na variedade das
qualidades e dos dons. O Espírito distribui-os com criatividade, sem rebaixar
nem nivelar. E, a partir desta diversidade, constrói a unidade. Assim procede
desde a criação, porque é especialista em transformar o caos em cosmo, em criar
harmonia. Ele é especialista em criar as diversidades, as riquezas; cada um com
a sua, diversa. Ele é o criador desta diversidade e, ao mesmo tempo, é Aquele
que harmoniza, que dá harmonia, e dá unidade na diversidade. Somente Ele pode
fazer estas duas coisas.
Hoje, no mundo, as desarmonias tornaram-se verdadeiras
divisões: há quem tenha demais e quem não tem nada, há quem procure viver cem
anos e quem não pode vir à luz. Na era dos computadores, permanece-se à
distância: mais sociedade, mas menos sociais. Precisamos do Espírito de
unidade, que nos regenere como Igreja, como Povo de Deus e como humanidade
inteira. Que nos regenere. Há sempre a tentação de construir «ninhos»:
reunir-se à volta do próprio grupo, das próprias preferências, o semelhante com
o semelhante, alérgicos a toda a contaminação. E do ninho à seita, o passo é
curto, mesmo dentro da Igreja. Quantas vezes se define a própria identidade
contra alguém ou contra alguma coisa! Pelo contrário, o Espírito Santo junta os
distantes, une os afastados, reconduz os dispersos. Funde tonalidades diferentes
numa única harmonia, porque em primeiro lugar vê o bem, vê o homem antes dos
seus erros, as pessoas antes das suas ações. O Espírito molda a Igreja, molda o
mundo como espaços de filhos e de irmãos. Filhos e irmãos: substantivos que vêm
antes de qualquer adjetivo. Está na moda adjetivar, se não mesmo, infelizmente,
insultar. Podemos dizer que vivemos na cultura do adjetivo que esquece do
substantivo das coisas; e também numa cultura do insulto, que é a primeira
resposta para uma opinião que eu não compartilho. Depois damo-nos conta de que
faz mal a quem é insultado, mas também a quem insulta. Retribuindo o mal com
mal, passando de vítimas a verdugos, não se vive bem. Pelo contrário, quem vive
segundo o Espírito leva paz onde há discórdia, concórdia onde há conflito. Os
homens espirituais retribuem o mal com bem, respondem à arrogância com a
mansidão, à maldade com a bondade, à barafunda com o silêncio, às maledicências
com a oração, ao derrotismo com o sorriso.
Para ser espirituais, para saborear a harmonia do
Espírito, é preciso colocar a sua visão à frente da nossa. Então as coisas
mudam: com o Espírito, a Igreja é o Povo santo de Deus, a missão é o contágio
da alegria - não o proselitismo - os outros são irmãos e irmãs amados pelo
mesmo Pai. Mas, sem o Espírito, a Igreja é uma organização, a missão é
propaganda, a comunhão é um esforço. E tantas Igrejas fazem acções
programáticas no sentido de planos de pastoral, de discussões sobre todas as
coisas. Pode parecer que este seja o caminho para nos unir, porém este não é o
caminho do Espírito, é o caminho da divisão. A primeira e a derradeira
necessidade da Igreja é o Espírito (cf. São Paulo VI, Catequese na
Audiência Geral de 29/XI/1972). Ele «vem aonde é amado, aonde é convidado,
aonde é esperado» (São Boaventura, Sermão para o IV Domingo depois da
Páscoa). Irmãos e irmãs, rezemos-Lhe diariamente. Espírito Santo, harmonia
de Deus! Vós que transformais o medo em confiança e o fechamento em dom, vinde
a nós. Dai-nos a alegria da ressurreição, a perene juventude do coração.
Espírito Santo, nossa harmonia! Vós que fazeis de nós um só corpo, infundi a
vossa paz na Igreja e no mundo. Espírito Santo: tornai-nos artesãos de
concórdia, semeadores de bem, apóstolos de esperança.
Imagem: Retirada
do “Google Imagens”;
domingo, 9 de junho de 2019
Esprit de dieu, souffle de vie
Refrão: Espírito de Deus, sopro de vida,
Espírito de Deus, sopro de fogo,
Espírito de Deus, consolador,
Tu nos santificas.
Vem aos nossos corações,
Vem Espírito, vem visitar-nos
Vem Espírito vivificar-nos,
Vem, nós Te esperamos!
Vem , Espírito de santidade,
Vem Espírito de verdade,
Vem Espírito de caridade,
Vem, nós Te esperamos!
Vem, Espírito, vem reunir-nos,
Vem, Espírito, fortalecer-nos,
Vem, Espírito, vem recriar-nos,
Vem, nós Te esperamos!
domingo, 2 de junho de 2019
Ascensão: bênção que se expande sobre a humanidade
“Então Jesus levou-os para fora, até perto de
Betânia. Ali ergueu as mãos e abençoou-os.
Enquanto os abençoava, afastou-se deles e foi levado para o céu” (Lc 24,50-51)
Agora
que estamos chegando ao final do tempo pascal, vale a pena notar que a Páscoa,
chave, centro e ponto de partida da fé cristã, é um acontecimento de uma
riqueza tal que é impossível descrevê-lo com uma só imagem. Por isso,
celebramos o mistério pascal durante cinquenta dias, e logo prolongamos esta
celebração cada domingo. Trata-se de um acontecimento único, embora nós, para
entendê-lo melhor, o celebremos por etapas. Dito de outra maneira: Paixão,
Páscoa, Ascensão e Pentecostes são a mesma realidade. Pode-se falar de quatro
momentos, mas, na realidade são distintas perspectivas do mesmo Mistério.
Quê
estamos celebrando com a Ascensão? A Ascensão é mais um aspecto da cristologia
pascal.
Cristo
alcançou, na Ascensão, uma situação e um estado de infinitude que lhe permite
preencher tudo com sua presença definitiva, e para comunicar-nos sua presença
divina. Portanto, não se trata de uma Ascensão para um lugar físico que o
afastaria para longe da humanidade.
A
nuvem que o “oculta”, enquanto subia ao céu, não está nos indicando sua
“ausência”, mas uma forma distinta de sua presença. Daqui em diante, Jesus
estará presente entre nós através de seu Espírito, cuja missão é ser memória
permanente e dinâmica para que não nos esqueçamos do que Ele disse e fez.
Precisamos
recordar que, terminada a presença histórica de Jesus, vivemos o “tempo do
Espírito”, tempo de criatividade e de crescimento responsável. O Espírito não
nos proporciona a nós, seguidores(as) de Jesus, “receitas eternas”. Mas nos dá
luz e ânimo para buscar caminhos sempre novos a fim de prolongar hoje o modo
original de ser e de atuar de Jesus. Assim Ele nos conduz para a verdade
completa de Jesus.
Lucas,
o único evangelista que fala de ascensão, termina seu relato apresentando-nos
os discípulos como que pasmados, olhando para o alto e a alguns personagens
vestidos de branco que lhes repreendem: “Homens da Galileia, porque estás aí
olhando ao céu?”
Como
Jesus, a única maneira de alcançar a plenitude da vida não é “subir”, mas é
“descer” até o mais profundo de nosso ser. Aquele que mais desceu é o que subiu
mais alto.
Jesus
deixou suas pegadas cravadas na terra, mas os discípulos ficaram assombrados
com o olhar fixo nas alturas. Ao céu só se chega caminhando para as profundezas
de nosso ser, pois só no mais profundo de cada um (céu interior), podemos
encontrar o divino.
Não
causa estranheza que, ao narrar a despedida de Jesus deste mundo, Lucas
descreva de forma surpreendente: Jesus ergue as mãos e “abençoa” seus
discípulos. É seu último gesto. Jesus volta ao Pai levantando as suas mãos e
abençoando os seus seguidores. Ele entra no mistério insondável de Deus e sobre
o mundo faz descer sua bênção. Jesus deixa atrás de si sua bênção. Os
discípulos, envolvidos por sua bênção, respondem ao gesto de Jesus indo ao
templo cheios de alegria. E estavam ali “bendizendo” a Deus.
Saboreando
com mais profundidade a narrativa da Ascensão, caímos na conta da insistência
de Lucas no tema do bendizer de Jesus: “levantando as mãos os abençoou e
enquanto os abençoava, se afastou deles...”.
Ao
fixar a atenção no seu “bendizer” e fazendo uma tradução ao pé da letra do
verbo grego “eu-logeo” (“eu”= bem; “logeo”= dizer), ficamos surpresos de que
Jesus sobe aos céus dizendo coisas boas de seus discípulos e deixando um
“informe final” sobre eles, claramente positivo.
É
como se, antes de partir, Jesus tivesse redigido sua avaliação para prestar
contas ao Pai e, para alívio nosso, revela-se satisfatória e elogiosa: somos
boa gente, com pontos da vida a serem melhorados com certeza, mas, no conjunto,
estamos bem. Ele leva anotadas muitas coisas boas de nossas vidas para
contá-las ao Pai.
Vamos
agora contemplar o gesto das mãos de Jesus que abençoam.
Jesus
sempre gostou de “abençoar”. Abençoou as crianças, os pobres, os doentes e
desventurados. Seu gesto era carregado de fé e de amor. Ele desejava envolver
aqueles que mais sofriam, com a compaixão, a proteção e a bênção de Deus.
A
partir de então, seus(suas) seguidores(as) começam sua caminhada, animados por
aquela bênção com a qual Jesus curava os doentes, perdoava os pecadores e
acariciava os pequenos.
Nós,
seguidores(as) de Jesus, somos portadores(as) e testemunhas de sua bênção no
mundo.
Como
cristãos, esquecemo-nos que somos canais da bênção de Jesus. A nossa primeira
tarefa é ser testemunha da Bondade de Deus. Manter viva a esperança, não nos
rendermos diante de tanto “maldizer”.
Deus
olha a humanidade com ternura e compaixão.
Já
faz muito tempo que esquecemos isso, mas a Igreja deve ser, no meio do mundo,
uma fonte de bênção. Num mundo onde é tão frequente “maldizer”, condenar,
prejudicar e difamar, é mais necessária do que nunca a presença de
seguidores(as) de Jesus que saibam “abençoar”, buscar o bem, dizer bem, fazer o
bem, atrair para o bem.
A
bênção é uma prática enraizada em quase todas as culturas como o melhor desejo
que podemos despertar para com os outros. O judaísmo, o islamismo e o
cristianismo lhe deram sempre grande importância. E, embora em nossos dias
tenha sido reduzida a um ritual quase em desuso, não são poucos os que ainda
destacam seu conteúdo profundo e a necessidade de recuperá-la.
Abençoar
é, antes de mais nada, desejar o bem às pessoas que encontramos em nosso
caminho. Querer o bem de maneira incondicional e sem reservas. Querer a saúde,
o bem-estar, a alegria..., tudo o que pode ajudá-las a viver com dignidade.
Quanto mais desejamos o bem para todos, mais possível é sua manifestação.
Abençoar
é aprender a viver a partir de uma atitude básica de amor à vida e às pessoas.
Aquele que abençoa esvazia seu coração de outras atitudes pouco sadias, como a
agressividade, o medo, a hostilidade ou a indiferença. Não é possível abençoar
e ao mesmo tempo viver condenando, rejeitando, odiando.
Abençoar
é desejar a alguém o bem do mais profundo de nosso ser, mesmo que nós não
sejamos a fonte da bênção, mas apenas suas testemunhas e portadores. Aquele que
abençoa não faz senão evocar, desejar e pedir a presença bondosa do Criador,
fonte de todo bem. Por isso, só se pode abençoar numa atitude de agradecimento
a Deus.
A
bênção faz bem a quem a recebe e a quem a pratica. Quem abençoa os outros abençoa-se
a si mesmo. A bênção fica ressoando em seu interior, como prece silenciosa que
vai transformando seu coração, tornando-o melhor e mais nobre. Ninguém pode
sentir-se bem consigo mesmo enquanto continua maldizendo o outro no fundo do
seu ser. Não é possível ser canal de bênção do Criador se do próprio coração
brotam palavras de intolerância, de preconceito e julgamento. “Maldizer” o
outro é maldizer-se a si mesmo.
Texto bíblico: Lc 24,46-53
Na oração: Fazer memória dos
momentos em que você foi canal de bênção para muitas pessoas.
-
Você usa as redes sociais para “bendizer” ou “mal-dizer”?
Pe. Adroaldo Palaoro sj
"Retirado
em 02.06.2019 do site - CATEQUESE Hoje-" www.catequesehoje.org.br "- Um site
com brasileiro com muita qualidade!"
Imagem- Retirada da
"google imagens"
segunda-feira, 22 de abril de 2019
Je veux chanter mes hymnes - Chant de l'Emmanuel
A Ti meus hinos
Refrão: Eu quero cantar louvor e glória ao Senhor,
Louvá-l'O enquanto viver!
Meu coração exulta no meu Senhor,
A Ti meus hinos, meu Deus!
Eis-me aqui Senhor meu Deus p'ra fazer Tua vontade,
te dou o meu coração, meu Salvador!
Foste Tu que me salvaste da morte e do pecado
E Tua ressurreição nos dá vida!
Eu Te cantarei Senhor, Tu és minha alegria,
Tu és meu Salvador, Aleluia!
Ressuscitou o Senhor!
Na sua dor os homens encontraram
Uma pura semente de alegria,
O segredo da vida e da esperança:
Ressuscitou
o Senhor!
Os que choravam cessarão o pranto,
Brilhará novo Sol nos corações,
Pode o homem cantar o seu triunfo:
Ressuscitou
o Senhor!
Os que nos duros campos trabalharam
Voltarão entre vozes de alegria,
Erguendo ao alto os frutos da
colheita:
Ressuscitou
o Senhor!
Já ninguém viverá sem luz da fé,
Já ninguém morrerá sem esperança;
O que crê em Jesus venceu a morte:
Ressuscitou
o Senhor!
Louvemos a Deus Pai eternamente
E cantemos a glória de seu Filho
Com o Espírito Santo que nos ama:
Ressuscitou
o Senhor!
Extrato de texto -retirado do livro da Liturgia das Horas-Hino I-Vésperas-Tempo Pascal
Imagem-retirada da "Google imagens"
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